Pesquisa sobre opções de hibridização da HLT no Brasil

O Brasil ocupa a terceira maior posição em relação às energias renováveis em todo o mundo, dependendo principalmente de usinas hidrelétricas e seus reservatórios. Os apagões históricos causados por faltas de chuvas, uma crescente necessidade de eletricidade e o esgotamento dos reservatórios introduziram a estratégia de diversificação energética no país.

Com efeito, o governo iniciou pesquisas sobre a Heliotermia, apresentando duas opções de despachabilidade: o armazenamento térmico e a hibridação. Considerando que o armazenamento térmico serve como uma solução a longo prazo e ainda está no seu desenvolvimento inicial, a hibridização irá, a curto ou a médio prazo, beneficiar uma melhor utilização dos recursos e, assim, oferecer potencial de mercado mundial. Por enquanto, não há conceito de como incluir projetos de hibridização em leilões no Brasil ou como justificar custos mais altos de eletricidade e, além disso, medir os benefícios da flexibilidade. Essas perguntas remontam ao fato de que atualmente não existe uma indústria local heliotérmica e, portanto, falta de qualidade técnica e know-how.

O estudo “Pesquisa de possíveis opções de hibridização para Heliotermia no Brasil”, desenvolvido pela pesquisadora da University of Duisburg-Essen, Natalie Langer, visa a prover uma melhor compreensão dos conceitos de hibridização e seu propósito. Seis plantas de energia representativas -- Andasol I, SEGS VI, Hassi R'Mel, Estação Térmica Solar Liddell, Termosolar Borges e Cerro Dominador -- foram selecionados para uma avaliação metódica com base em uma seleção de critérios. Estes critérios incluem "Maturidade", "Características do local", "Viabilidade" e "Características da planta hospedeira".

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