Concentrated Solar Power deployment in emerging economies: The cases of China and Brazil

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Concentrated Solar Power deployment in emerging economies: The cases of China and Brazil

Este artigo discute as principais razões pelas quais as políticas energética chinesas e brasileiras não focaram na energia heliotérmica até agora. Como a maioria das economias emergentes, a China e o Brasil registaram grandes aumentos na demanda por energia, bem como um crescimento considerável dos gases de efeito estufa. Por outro lado, ambos os países têm desempenhado um papel importante na infra-estrutura de energia renovável e - considerando que grandes porções dos seus territórios apresentam alta Radiação Direta (DNI) - as tecnologias heliotérmicas podem figurar como uma estratégia importante para a mitigação da poluição atmosférica e do aquecimento global.

Uma vez que a implantação em grande escala da tecnologia represente custos elevados de eletricidade, que podem afetar a competitividade da indústria nacional em termos de mercados globais, os autores defendem que uma resposta abrangente para esta questão deva colocar as políticas energéticas num contexto de análise do "sistema-mundo".

A heliotermia não se beneficiou da demanda internacional que impulsionou as turbinas eólicas e células fotovoltaicas com suas reduções de preços. Além disso, será discutida a "afinidade eletiva" entre os investimentos térmicos solares e o desenvolvimento das regiões que apresentam menor desempenho nas realidades socioeconômicas chinesas e brasileiras.

Concentrated Solar Power deployment in emerging economies: The cases of China and Brazil
Luiz Enrique Vieira de Souza
Alina Mikhailovna Gilmanova Cavalcante
2016
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Estudos